Velhos amigos, velhas histórias, o mais velho, é claro sou eu. Da esquerda para a direita: Ronaldo Moraes Rego, Jorge Eiró, eu e Haroldo Baleixe, em visita aos trabalhos de construção dos cenários da Ópera "Tosca", célebre obra de Puccini de 1900, com um libreto cheio de ação política, intrigas e delações fatídicas, e uma música maravilhosa só rivalizada, talvez, por Verdi na Itália. Comparações com as óperas de Mozart ou Wagner não são cabíveis, acho. Mais importante que a "visita técnica", no entanto, foi o reencontro que depois incorporou nosso querido e solitário Jaime Bibas. Ainda há bons momentos nesta terra.
Abaixo o belíssimo cartaz de lançamento do Festival de Ópera. É bom observar que nossa cidade cada vez mais se apresenta com trabalhos, propostas e "gostos" de alta qualidade.

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